em decisão inédita hoje, o TJRS decidiu que é possível declarar a paternidade biológica sem afastar a socioafetiva.
A decisão merece aplausos uma vez que não se pode dar mais importância a uma do que a outra. A discussão seria inócua.
Todos têm direito a ter conhecimento da sua origem genética: à sua paternidade biológica. No entanto, não é também desejado preterir aquele que durante anos cuidou, protegeu e se comportou como pai, criando laços afetivos que não respeitam, nem se limitam aos cromossomos.
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